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A História da Produção Têxtil – Fabricando Tecido

A História da Produção Têxtil – Fabricando Tecido

Um passo a passo no processo de produção têxtil: A criação de têxteis, ou tecidos e tecidos, é uma das atividades mais antigas da humanidade. Apesar dos grandes avanços na produção e fabricação de roupas, a criação de têxteis naturais ainda hoje se baseia na conversão efetiva de fibra em fio e, em seguida, fio a tecido. Como tal, existem quatro etapas primárias na fabricação de têxteis que permaneceram as mesmas.

A primeira é a colheita e limpeza da fibra ou lã. O segundo é cardar e girar em threads. A terceira é tecer os fios em tecido. Por fim, a quarta é a moda e costurar o pano em roupas.

Produção Têxtil Precoce

Como comida e abrigo, a roupa é um requisito humano básico para a sobrevivência. Quando assentadas culturas neolíticas descobriram as vantagens de fibras tecidas sobre peles de animais, a fabricação de pano surgiu como uma das tecnologias fundamentais da humanidade, utilizando técnicas de cestaria existentes.

Desde o mais antigo fuso de mão e tear manual básico e ralo até as máquinas de fiar altamente automatizadas e os teares de força de hoje, os princípios de transformar fibra vegetal em tecido permaneceram constantes: as plantas são cultivadas e a fibra é colhida.

As fibras são limpas e alinhadas e depois fiadas em fio ou linha. Finalmente, os fios são entrelaçados para produzir tecido. Hoje também giramos fibras sintéticas complexas, mas eles ainda estão entrelaçados usando o mesmo processo que o algodão e o linho há milênios atrás.

O processo de produção, passo a passo

1. Picking: Depois que a fibra escolhida foi colhida, o picking foi o processo que se seguiu. A coleta removeu material estranho (sujeira, insetos, folhas, sementes) da fibra.

Os primeiros colhedores bateram nas fibras para soltá-las e removeram os detritos à mão. Eventualmente, as máquinas usavam dentes rotativos para fazer o trabalho, produzindo um “colo” fino pronto para cardar.

2. Carding: Carding foi o processo pelo qual as fibras foram penteadas para alinhar e juntá-las em uma corda solta chamada “sliver”. Os cardadores de mão puxavam as fibras entre os dentes de arame colocados em tábuas. Máquinas seriam desenvolvidas para fazer a mesma coisa com cilindros rotativos. Fios (rimas com mergulhadores) foram então combinados, torcidos e arrastados para “andar”.

3. Girando. Depois de cardar lascas e mechas criadas, girar era aquele processo que torcia e puxava a mecha e enrolava o fio resultante em uma bobina. Um operador de roda girando retirou o algodão à mão. Uma série de rolos realizou isso em máquinas chamadas “throstles” e “mulas giratórias”.

4. Deformação: entortar os fios recolhidos de várias bobinas e enrolá-los juntos em um carretel ou carretel. De lá, eles foram transferidos para um feixe de urdidura, que foi então montado em um tear. Os fios da urdidura eram aqueles que corriam longitudinalmente no tear.

5. Tecelagem: Tecelagem foi o estágio final na fabricação de têxteis e tecidos. Fios de trama transversal foram entrelaçados com fios de urdidura em um tear. Um tear elétrico do século XIX funcionava essencialmente como um tear manual, exceto que suas ações eram mecanizadas e, portanto, muito mais rápidas.

 

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